Festival de Cinema de Gramado 2018 : lançamento, filme de abertura e filmes da mostra competitiva

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Festival de Cinema de Gramado 2018

46ª edição acontece de 17 a 25 de agosto de 2018 em Gramado
Lançamento
A coletiva de lançamento do 46º Festival de Cinema de Gramado, onde serão revelados os filmes concorrentes, as homenagens e detalhes da edição será realizada no dia 10 de julho de 2018, a partir das 10h, na Cinemateca Capitólio (Rue Demétrio Ribeiro, 1085), em Porto Alegre / RS.
Confira a lista dos filmes selecionados para a mostra competitiva de curtas-brasileiros do 46º Festival de Cinema de Gramado:
Entre os curtas-metragens brasileiros, 14 títulos serão projetados na tela do Palácio dos Festivais. Para avaliar os 365 filmes inscritos, o Festival de Cinema de Gramado contou com uma comissão de seleção formada por: Camila de Moraes, diretora; Karine Emerich, produtora e diretora; Sérgio Fidalgo, ator e produtor; Stephen Bocskay, professor e escritor; e Tatiana Sager, produtora e diretora. Os filmes selecionados são:
:: “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger
:: “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes
:: “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio
:: “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel
:: “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim
:: “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer
:: “Guaxuma” (PE), de Nara Normande
:: “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo
:: “Majur” (MT), de Rafael Irineu
:: “Minha Mãe, Minha Filha” (ES), de Alexandre Estevanato
:: “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa
:: “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr
:: “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira
:: “Torre” (SP), de Nádia Mangolini
“O Grande Circo Místico” é o filme de abertura
Marcado para acontecer entre os dias 17 e 25 de agosto, o 46º Festival de Cinema de Gramado já tem o seu filme de abertura: “O Grande Circo Místico”, 18º longa-metragem do cineasta Cacá Diegues. Inspirado no poema de Jorge de Lima, e com trilha sonora repleta de clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo, o filme conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras.
Responsável por títulos como “Xica da Silva”, “Bye Bye Brasil”, “Quilombo”, “Um Trem Para as Estrelas” e “Tieta do Agreste”, Cacá Diegues esteve recentemente no prestigiado Festival de Cannes, apresentando “O Grande Circo Místico” fora de competição. Agora, ele desembarca no Palácio dos Festivais para fazer a primeira exibição nacional do longa, previsto para estrear comercialmente nos cinemas brasileiros no dia 6 de setembro.
Para quem for à Serra Gaúcha prestigiar tanto a estreia da 46ª edição do Festival quanto a do próprio filme, a promessa é de uma noite de gala também por parte do grande elenco, que reúne nomes como Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Juliano Cazarré, Marcos Frota, Mariana Ximenes e Vincent Cassel.
Identidade visual
Perpassar a história, conectar-se com o presente e buscar um olhar paradoxal sobre o futuro. É com esse conceito que o Festival de Cinema de Gramado apresenta a identidade visual de sua 46ª edição. O projeto propõe um diálogo entre o resgate histórico do evento e suas adaptações ao longo dos anos, trazendo diferentes nuances e formatos.
Segundo o diretor de criação, Gustavo Melo, a identidade visual deste ano é resultado de uma extensa pesquisa em cima de outros grandes festivais de cinema mundiais. “A partir dessa perspectiva, buscou-se entender a singularidade do Festival de Cinema de Gramado em meio aos seus pares, construindo assim sua paleta de cores e formatos, onde trabalhamos numa escala de cinza, que remete à elegância, chegando ao vermelho, que denota o icônico Tapete Vermelho de Gramado”, comenta Melo.
Festival de Cinema de Gramado
O Festival de Cinema de Gramado fez os holofotes do cinema brasileiro e latino se voltarem para a Serra Gaúcha, firmando Gramado como um dos destinos turísticos mais procurados de todo o Brasil. Ao longo de sua trajetória, o Festival acompanhou todas as fases do cinema nacional, tornando-se pioneiro e referência na realização de eventos do gênero em território nacional. Desde a primeira edição com a consagração de “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor, em 1973, mais de mil Kikitos foram distribuídos entre profissionais do cinema que venceram o evento em diferentes categorias. Além da celebração da produção brasileira e gaúcha, o evento ainda inclui em sua programação uma mostra competitiva de filmes ibero-americanos desde 1992. Já os troféus Oscarito, Eduardo Abelin, Kikito de Cristal e Cidade de Gramado prestam homenagem a atores, cineastas e personalidades ligadas ao cinema.