Cerca de 40 pessoas assistiram, no primeiro dia da 49ª Expointer, a Vitrine da Carne Gaúcha onde o cordeiro ganhou protagonismo. A ação foi uma parceria entre a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Farsul, Celebra Gourmet e Escola de Gastronomia do Senac.
Enquanto o chef Bruno Ivanoff explicava como seria o prato de milanesa de pernil desossado de cordeiro com risoto de limão siciliano, Nair Tochinski observava atentamente. Ela confessou que nunca havia experimentado a carne ovina. Então, o desafio foi lançado: ela seria a primeira a provar e teria que dar seu parecer. Após receber o primeiro pedaço diretamente entregue pelo chef, ela disse, demonstrando estar surpresa, que o cordeiro estava aprovadíssimo. Ela alegou que foi surpreendida positivamente porque até então achava o cheiro da carne forte.
O receio dos consumidores em provar o cordeiro é justificável, disse a gerente executiva da Arco, Lorena Riambau Garcia. Ela explicou ao público que décadas atrás, eram comercializadas nos açougues, ovelhas velhas. Isto deixava a carne com odor e sabor diferenciados. Ela aproveitou para dar um alerta. “Só coloque na sua mesa, para sua família, aquilo que você sabe de onde vem. Senão, não coma”, pontuou. Hoje, o cordeiro abatido pelos frigoríficos certificados têm até 12 meses.
A carne ovina será destaque na Vitrine da Carne diariamente, sempre às 11h. Serão realizadas diferentes receitas com cortes variados.
A Expointer 2026 acontece até 6 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).
Texto: Tamires de Moraes/AgroEffective


