Brasil Inverno 2019 : frio intenso nos dias 5 e 6 de julho

Inverno em Serafina Correa – Jônatas Padilha/Prefeitura Municipal
Inverno em Serafina Correa – Jônatas Padilha/Prefeitura Municipal

Brasil Inverno 2019

Uma grande e forte massa de ar frio de origem polar avança sobre o Brasil durante a primeira semana de julho de 2019. A partir de quarta-feira (03.07.19), a massa começará a se espalhar pelo país. O pico desta onda de frio deve ser nos dias 5 e 6 de julho de 2019. O resfriamento extremamente forte na primeira semana de julho não muda a previsão de que o inverno de 2019 terá poucos eventos de frio sob a influência de um El Niño fraco. Provavelmente será a mais intensa de 2019 e talvez a única desta temporada fria.
Sul do Brasil
Podem ocorrer não só a neve em flocos, mas outros fenômenos como chuva congelante, chuva congela (queda de pedrinhas de gelo) chuva e neve ao mesmo tempo. As simulações feita pelos modelos de previsão atmosférica GFS (Estados Unidos) e ECMWF (Europa) apontam para a combinação de frio intenso desde as camadas de ar próximas ao solo até níveis médios e altos da atmosfera, acima de 5000 metros, pressão do ar baixa e uma circulação de vento favorável a entrada de umidade sobre o Sul do Brasil, que são condições necessárias para a formação das precipitações de ar muito frio. Se as condições forem confirmadas nos próximos dias, é provável que a neve e outros fenômenos de precipitação de inverno ocorram nos dias 5 e/ou 6 de julho em áreas de serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, mas não se descarta completamente a ampliação das áreas com possibilidade de ocorrência destes fenômenos
Temperaturas muito baixas
O frio esperado desta massa de ar polar tem potencial para provocar temperaturas negativas no Sul e próximas de 0°C no Sudeste e no Centro-Oeste. Frio de 10°C poderá ser sentido na Bahia e em áreas do centro-norte de Goiás.
Friagem na Região Norte
Friagem o Acre, no sul do Amazonas e em Rondônia. Com menor intensidade, o vento frio desta massa polar deve alcançar áreas do centro-sul do Pará e do Tocantins e o interior do Nordeste.
Geada
A geada poderá se formar de maneira generalizada sobre o Sul do Brasil, atingindo Curitiba e o norte do Paraná, e em áreas do Centro-Oeste e do Sudeste. Desta vez, a geada pode ser severa em áreas do Sul e do Sudeste, com danos para a agricultura. Geada também em Mato Grosso do Sul, em muitas áreas de São Paulo, incluindo a Grande São Paulo, no centro, oeste e sul de Minas Gerais, áreas serranas e no sul do Rio de Janeiro. Também há possibilidade de geada no sul de Goiás, nas áreas de grande altitude na divisa de Minas Gerais com o Espírito Santo, como a serra do Caparaó.
Chuva, raio e vento
Antes do frio intenso chegar, vários estados brasileiros terão chuva, raios e até o risco de chuva forte. O acentuado choque térmico entre o ar muito quente que predomina no Brasil e a entrada desta massa de ar frio muito forte vai gerar também condições para fortes rajadas de vento. A frente fria que traz esta intensa massa de ar frio de origem polar deve provocar alguma chuva também em Rondônia, no Acre, sul do Amazonas e atinge a Bahia.
As informações são do ClimaTempo.
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Inverno

São características do inverno as incursões de massas de ar frio vindas do sul do continente, o que causa queda acentuada da temperatura e formação de nevoeiros e névoas úmidas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Aumenta também a incidência de geadas nas regiões Sul e Sudeste, bem como no sul de Mato Grosso do Sul. Há também a possibilidade de neve nas áreas serranas e de planaltos da Região Sul.
O inverno também marca a queda dos índices de umidade relativa do ar na região central do Brasil – que engloba o Sudeste, Centro-Oeste, a parte sul da região Norte e áreas do sul e do oeste do Nordeste. Como consequência, aumenta-se o risco de ocorrência de queimadas, especialmente no Cerrado e no sul da Amazônia. No litoral, a preocupação é com a formação de nevoeiros.
Astronomia
É sempre bom lembrar que é no solstício de inverno que ocorre a noite mais longa do ano. A data marca o ponto em que o Sol atinge a maior distância do Equador celeste, localizado no hemisfério norte. Uma das principais características da estação são as noites longas. “À medida que a primavera se aproxima, o comprimento dos dias vai aumentando até que, no equinócio, as noites e os dias ficam com o mesmo tamanho”, disse a pesquisadora da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional (ON), Josina Nascimento.
As diferentes estações do ano ocorrem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. Por conta disso, quando é verão no hemisfério sul, os raios solares incidem de forma perpendicular ao Trópico de Capricórnio e, nessa mesma época, é inverno no hemisfério norte.
O horário de início das estações varia a cada ano. De acordo com a pesquisadora do ON, essa diferença se deve ao período de translação da Terra (exatamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46,08 segundos). O início das estações do ano e outros fenômenos astronômicos são encontrados no livro Anuário do Observatório Nacional.

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