Não importa se você é magra ou não, a dança egípcia é para todas

danca egipcia bailarina Giselle Kenj foto Sandra Reis

Não importa se a mulher é alta, baixa, loira, morena, magra ou não, a beleza e o gingado das brasileiras são de dar inveja. A dança é uma ferramenta muito importante para apresentar a cultura de nosso país, além de fazer bem para o corpo e alma. A renomada bailarina Giselle Kenj, utiliza essa arte como profissão, mas no estilo egípcio.

Dentro da dança Egípcia existem algumas vertentes, como a do ventre, espada, véus (único véu, véu duplo, sete véus e véu wings), punhal, saidi (bastão/bengala), snujs (sagat), beduína, clássica, candelabro, serpente, pandeiro e solo de derbake. Praticando três vezes por semana e com uma boa alimentação, fica mais fácil emagrecer, manter a boa forma e aflorar ainda mais a sensualidade.

“Escuto inúmeras mulheres falarem para mim que querem fazer aulas, mas não fazem por estarem gordinhas. Pelo contrário, a dança faz muito bem, pois ajuda na reeducação postural, a emagrecer e enrijecer a musculatura. Falando de modalidade, o solo de derbake, por exemplo, combina super bem com quem tem um corpo mais volumoso. Não importa se é magrinha ou cheinha, a dança é uma ótima opção para equilibrar o corpo e mente”, diz Giselle.

Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso ter cintura fina para praticar a dança do ventre, pois o maior trabalho é no quadril. E através da dança egípcia existem diversos movimentos que auxiliam no fortalecimento dos músculos, melhora o sistema cardiovascular e respiratório, reeduca a postura, aumenta a flexibilidade e a resistência. Também associada aos exercícios corretos provoca a dissolução da rigidez física da mulher, causada por repressões de caráter social e sexual, proporcionando uma saúde física e mental mais equilibrada.