Barroco Alemão é tema do concerto da Orquestra de Câmara da Ulbra em homenagem aos 500 anos da Reforma Luterana

Rodrigo Calveyra - Foto Etienne Lis
Rodrigo Calveyra – Foto Etienne Lis

 

O concerto Domingo Clássico que será realizado pela Orquestra de Câmara da Ulbra, no dia 1º de ouubro de 2017, às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Marquês do Herval, 280), em Porto Alegre receberá o flautista Rodrigo Calveyra para um programa com compositores luteranos alemães do século XVII e XVIII, em homenagem aos 500 anos da Reforma Luterana. O músico natural de Porto Alegre e radicado na França, retorna ao Brasil, exclusivamente para o espetáculo em que atuará como solista e regente. O evento é aberto ao público e com entrada franca.

O programa, escolhido pelo próprio Calveyra, terá obras de Johann Sebastian Bach (Concerto em FaM para flauta doce, cordas e contínuo BWV 1053), Georg Philipp Telemann (Sonata em ReM para cordas e contínuo TWV 44 :1 e Concerto em Do M para flauta doce) e Carl Philipp Emanuel Bach (Sinfonia em Sim para cordas e contínuo H.661). “Johann Sebastian Bach é possivelmente um dos compositores mais importantes da história da música. Entretanto, o seu amigo e compadre Georg Philipp Telemann, padrinho de Carl Philipp Emanuel Bach, considerado hoje como o mais brilhante dos filhos de Johann Sebastian, gozava de uma popularidade muito superior, sendo considerado, junto a Georg Friedrich Händel, o compositor mais solicitado na Europa na primeira metade do século XVIII. Apesar de apresentarem estilos de composição muito diferentes, os três compositores deste programa eram unidos não só por laços familiares, mas também pela fé luterana, evidentemente representada na sua música”, contextualiza.

Calveyra é flautista e cornettista solista da renomada Cappella Mediterranea, grupo com o qual apresenta-se nas mais importantes salas de concerto da Europa, e que realizará uma turnê na América Latina em novembro. É diretor artístico do Instrumentarium, grupo especializado na interpretação da música antiga com instrumentos históricos, com o qual realiza séries de concertos no Brasil, Espanha e Argentina, além de dirigir o grupo Canto Fiorito, na Lituânia, especializado na música dos séculos XVI e XVII.

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