Morreu o senador Luiz Henrique da Silveira em Joinville

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) morreu na tarde de domingo (10.05.15) em Joinville (SC). De acordo com assessores, o parlamentar, de 75 anos, ele teve um enfarte fulminante em casa depois do almoço. Ele chegou a ser levado para o hospital Unimed, mas teve a morte confirmada às 15h15. A vaga de Luiz Henrique da Silveira no Senado será preenchida pelo primeiro suplente, Dalírio José Beber, do PSDB.

Prefeito de Joinville por três mandatos, Silveira era senador desde 2011. No início do ano, Silveira disputou a presidência do Senado, mas perdeu para o também peemedebista Renan Calheiros (AL).

Antes de chegar ao Senado, Silveira tinha sido governador de Santa Catarina por dois mandatos, de 2003 a 2010. Ele começou a carreira política em 1973, como deputado estadual por Santa Catarina, e exerceu cinco mandatos como deputado federal, tendo participado da Constituinte de 1988.

De acordo com a assessoria do parlamentar, o senador será velado num centro de eventos em Joinville. A cerimônia começará assim que o corpo for liberado. O enterro será no Cemitério Municipal de Joinville amanhã (11) no fim da tarde. Assumirá a vaga de Luiz Henrique da Silveira, no Senado, o primeiro suplente Dalírio José Beber, do PSDB.

A presidenta Dilma Rousseff divulgou nota de pesar pelo falecimento do senador. “O Brasil e Santa Catarina perdem um dos seus grandes filhos: o senador Luiz Henrique. Ex-governador, ex-prefeito, um dos fundadores do PMDB, o senador Luiz Henrique foi um homem de princípios democráticos, disposição para o diálogo e imenso amor pelo seu povo e sua terra. Deixo meus votos de pesar à família e aos amigos”, declarou a presidenta.

Em nota, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também elogiou a trajetória política de Luiz Henrique e lamentou sua morte. “Trata-se de um extraordinário homem público cuja biografia fala por si só. O fato de nunca ter perdido uma eleição explica a admiração conquistada por Luiz Henrique durante toda sua trajetória de homem público. Sua retidão, coerência, visão pública e inteligência haverão de ser reverenciadas por muitos e muitos anos. Eu, particularmente, perco um amigo e um companheiro partidário que aprendi a admirar ao longo dos anos’, disse Renan.

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