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O estilo de vida itinerante neste mundo totalmente conectado sobe às principais passarelas como inspiração fashion em uma tendência urban nomad que é tema da coleção praia da Menehhune para o Verão 2016. A marca com 14 anos de atuação, que está em todo o Brasil e tem a vibe litorânea em seu DNA, desenvolveu uma coleção de estampas predominantemente étnicas, com a mistura de tons pasteis com cores fortes e personalidade marcante, batizada de Alma Cigana.

A intenção da marca é fazer um paralelo entre o espírito nômade, característica de povos antigos que de tempos em tempos mudavam de local de moradia e absorviam traços de diversas culturas, com a liberdade da geração que descobre o mundo neste momento de mudança profunda de paradigmas, com o avanço da tecnologia a níveis inimagináveis décadas atrás. O ser da atualidade busca exercer o livre arbítrio e quer estar em diversos lugares, vivendo esta rotina nômade típica dos ciganos, por exemplo. E como a tecnologia encurta distâncias, torna tudo mais acessível e rompe barreiras espaciais, o sonho passa a ser possível.

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Não é preciso ser nômade no sentido literal da palavra para experimentar essa sensação de mobilidade. As pessoas hoje trabalham remotamente, compram com apenas alguns cliques, conhecem gente do mundo todo, vivem experiências do outro lado do planeta por meio de smartphone. Viajam mais, conhecem destinos exóticos que antes eram improváveis e percorrem o mundo atrás de festivais de música. O fácil acesso a informação e experiências aguça a curiosidade e nos torna meio híbridos, donos de identidade diversa, formada por todas as lembranças culturais absorvidas mundo afora.

A Menehhune traduz esse hibridismo em suas estampas que remetem a culturas e modos de vida. As famílias da coleção remetem a culturas locais. O monocromático, por exemplo, é a família Asteca, traduzindo formas de desenhos e escritos deixados por este povo da região da América Central, que influencia cultura e costumes mexicanos. A marca retoma as franjas, típicas do estilo das vestimentas nesta região, em alguns modelos desta estampa.

As estampas Horizonte e Paradise trazem elementos litorâneos e misturam cores de cenários de paraísos tropicais, lembrando sensações e imagens do mar, pôr-do-sol, areia da praia e o céu. Em outra estampa, Dhalia, flor típica do México, a marca mistura o geométrico em cores neutras com a natureza, destacando verde e vermelho, cores opostas.

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A coleção também explora o padrão Paisley, tendência nos anos 1970, com motivos vegetais distorcidos de origem persa. O padrão se tornou popular no século 18 no Ocidente, inspirado em estilo indiano da época e presente em produtos importados para a Europa. É uma das apostas da coleção Alma Cigana e a Menehhune brinca com um composê desse estilo com padrão de gravataria, valorizando o contraste entre o concreto e o abstrato.

O Animal Print da coleção traz a tradicional estampa de onça mas com textura rústica, remetendo ao primitivo. Até o navy ganhou ares étnicos na nova coleção Menehhune. Diversos padrões geométricos compõem a estampa em sentido horizontal e também fazem alusão a povos antigos.

A selva também é destaque a partir das estampas Palm Jungle e Wild Summer, que fazem referência à diversidade de cores da fauna e da flora. A primeira lembra inclusive a profusão de tons de um pavão, mas com aspecto psicodélico na leve sobreposição em tie-dye. Na linha da flora, Foliage valoriza elementos naturais e é marcada por formas geométricas quadradas com predominância de tons de verde.

Fotos: Divulgação

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