São Paulo – Espetáculo “A Graça do Vira” no Teatro Viradalata

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O espetáculo “A Graça do Vira” faz temporada do dia 05 de agosto a 16 de dezembro de 2014, no Teatro Viradalata (Rua Apinagés, 1387 – Perdizes), em São Paulo / SP. As apresentações são as terças, às 21h30. O ingresso custa R$ 30,00. No elenco estão Alexandra Golik, Antônio Ravan, Guilherme Uzada, Marcela Leal e Paulinho Serra.

 

Cinco humoristas apresentam esquetes de humor, calcados em hilários personagens autorais, que são amarrados pelo clima de um lúdico cabaré. As cenas vão dos clássicos musicais aos mais variados estilos de humor. A diretora explica que “a brincadeira é amparada pelo talento de atores experientes: o lema é convergir para diversificar”. Para os atores, o principal elemento está no fato de serem todos apaixonados pelo teatro de humor.

 

Não há uma formalidade a seguir, o perfil das personagens é quem dita o caminho do show, que podem ser em números solos ou em conjunto. No total, o espetáculo tem 12 cenas: cada ator protagoniza duas, além de outras duas que são apresentados em grupo. A dinâmica não se aplica apenas à variedade da graça, mas também à atualização dos quadros que serão alterados mensalmente, garantindo sempre a novidade e o frescor desse show de humor.

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O ator Paulinho Serra chega com duas personagens: “O Ex-viado” e “Jeff Michael, o adestrador de crocodilos”. Alexandra Golik vem com a graça de “Sarinha”, uma adolescente infernal, politicamente incorreta, e de “Zinha”, a faxineira nordestina falastrona. Já Antônio Ravan protagoniza as cenas “Irmão Paulo”, um assistente atrapalhado do guru Ravishina Shivashini Vishina Váh, e “Tributo a Freddie Mercury”, na qual um roqueiro disputa com a plateia o momento de cantar “Love of my life”. Guilherme Uzada apresenta “Zildo”, um cara podre de pobre, mas feliz com sua condição e azar, e o “Ruivo do Toilete”, primo rico da loira do banheiro, um cara pernóstico que só assombra pessoas ricas. Marcela Leal traz “Dona Mirtes”, sucesso no  Saturday Nigth Live, uma velha desbocada que trabalha como moça do tempo num telejornal, e “Jovina, a caipira intelectual”, que mora na roça e sabe a fundo informações sobre qualquer tipo de assunto.

 

O cenário, de Paula di Paoli, é calcado em uma estrutura oval, uma espécie de ciclorama com elásticos que possibilita aos atores brincarem com esse pano de fundo. O restante fica por conta dos elementos de cena que atendem aos quadros. O ambiente de cabaré é sugerido pela iluminação, pelo aconchego do espaço com apenas 120 lugares e pelo serviço de bar, disponível a partir das 20h30 até o final do espetáculo.

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